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Osmose Emocional
 


Testemunho

Chamado de um pastor para o Ministério de Consolação.

 

Aprendi no seminário que só se tem uma conversão na vida: quando se aceita a Cristo. Mais tarde descobri que há outras conversões pelas quais um cristão passa.

 

1ª. Conversão - ao próximo:  decorrente da aplicação do mandamento bíblico de amar a Deus e ao próximo. Quando se aceita a Cristo como Salvador, declara-se amor por Deus , mas se descobre que o Cristo que se ama está no irmão e irmã, passa-se a amá-los como pessoas que são alvos do amor de Deus tanto quanto o somos. Descobre-se que amar a Deus a quem não se vê se torna concreto no amar ao próximo a quem se vê.

 

2ª. Conversão - ao próximo que está em necessidade: seja ela de que natureza for. Amar a quem está necessitado de algo é uma forma e oportunidade de tornar o amor concreto. No dizer do escritor joanino, é amar não de palavras mas de fato e de verdade. É o amor que se traduz em gestos concretos de solidariedade, de auxílio, de cooperação.

 

3ª. Conversão - ao próximo que está sofrendo: Amar a quem está alegre, de bem com a vida, não requer muito esforço. Amar a quem está triste, de mal com a vida, brigando com Deus e com a própria sombra requer dose dobrada de paciência e da graça de Deus.

 

            Nesta caminhada de conversões, me senti como o apóstolo Paulo no caminho de Damasco: alguém que, mesmo não querendo, teve que se render ao chamado de Deus. As conversões, foram quais verdadeiros partos para uma nova vida, onde o nascer e o crescer demandam tempo, educação, derrotas e vitórias, tropeços e acertos.

 

 

SOMOS SERES QUE DECIDEM

 

O relato do Gênesis nos coloca a dupla alternativa: ou decidimos comer da árvore da vida ou escolhemos comer da árvore da morte.

O paraíso não é ausência de decisão, mas o acerto na decisão: optar pela vida. Todas as vezes que, ao decidirmos, optamos pela vida, estamos criando condições para a permanência no paraíso ou para a construção dele. Todas as vezes que optamos pela morte, somos expulsos do paraíso, perdemos a comunhão com os outros e andamos errantes pela terra. Não se trata de morte literal, de suicídio lento ou instantâneo. Cada decisão errada que tomamos é como se comêssemos uma “semente de morte”. Ela é plantada dentro em nós, cresce e acaba tomando conta de nossa vida.

Há vários tipos de “semente de morte” que podemos plantar dentro de nós. Uma delas é o ódio; a outra é a inveja, o ressentimento, a amargura, etc. Estas “mortes plantadas” vão crescendo, ocupando espaços e, quando nos damos conta, somos um poço de morte, destilando veneno e morte para todos e por toda parte. Assim são os murmuradores, os invejosos, os orgulhosos, os rancorosos.

Estas são as sementes de morte que plantamos em nós mesmos. Há, no entanto, semente de morte que outros plantam dentro de nós. Elas são plantadas pela agressão, pela violência, pela palavra dura, pela ferida feita, pela incompreensão, pela ingratidão, etc.

Todas as vezes que perdemos algo que nos é significativo, ou somos ofendidos, magoados, machucados, feridos, uma semente de morte é atirada em nosso coração. Cabe a nós arrancá-la ou deixar que prospere, cresça e tome conta de nossa vida.

A morte é, pois, tudo que afeta a vida e sua plena expressão. Ela existe quando a vida não pode ser vivida em plenitude, porque, em algum sentido, está limitada pela presença da morte. A vocação cristã possibilitada pela obra e ministério de Jesus Cristo é que tenhamos vida, e vida em abundância. É neste contexto que o ministério de consolação se insere; levar vida aos que tem morte dentro deles por causa de uma dor ou perda sofrida.

 

Fonte: Opção pela vida – O segredo da vitória sobre as perdas (págs. 13, 14,  21 e 22)

De: Marcos Inhauser



Escrito por Carla às 21h49
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O Cavaleiro se foi

Heath Ledger morreu dia 22/janeiro/2008, por decorrência do consumo na abusiva quantidade de remédios prescrita em receita médica.

Vado e eu ficamos tristes pela notícia .

Gostavamos da interpretação do autor no filme "Coração de Cavaleiro". O filme é lindo, vale a pena conferir.



Escrito por Carla às 00h11
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